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domingo, 24 de abril de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

Capítulo vinte e três -> Ciúmes

Capítulo vinte e três -> Ciúmes

P.O.V Emma

Aproximei-me de Neymar sem ele se aperceber, peguei na mão dele e entrelacei-a com a minha, como se fossemos verdadeiros namorados.
Miguel e Inês continuavam a subir a escada rolante, quando Inês me viu, apontou para mim e chamou o Miguel.
- Neymar, posso-te pedir um favor?
- Chuta.
- Beija-me.
- Não posso.
- Mas porquê Neymar?
- Tu tens namorado.
- E se eu te disser que já não tenho namorado, beijas-me?
- Sim.
- Então beija-me.
Nesse momento troquei olhares com Miguel, ele iria ver o meu beijo com Neymar, e era isso que eu queria. Ele também me tinha traído.
Neymar aproximou-se mais e deu um leve toque nos meus lábios que me fez arrepiar, e logo de seguida eu juntei os nossos lábios.
A língua dele foi a primeira a começar a dança ritmada das nossas línguas, logo de seguida a minha se juntou à dele.
Estivemos assim por longos momentos, sentia-me segura ao lado do Neymar. Separei os nossos lábios e reparei que todas as pessoas que estavam próximas nos estavam a olhar.
Olhei nos olhos de Neymar e sorri-lhe, e ele também.
- Emma queres namorar comigo?
- Neymar…- disse eu a gaguejar.
- Diz sim ou não.
- Simplesmente não sei.
- Va lá, facilita.
- Neymar, eu…

sábado, 9 de abril de 2011

Capítulo vinte e dois -> Novo amor

Capítulo vinte e dois -> Novo amor


P.O.V Miguel

Não podia estar a acreditar, a minha Emma era descendente de um rei, e se esse rei morrer ela sobe ao trono, logo a vida dela iria ser pública.
- Miguel diz alguma coisa.
- O que é que queres que te diga?
- Diz que me vais apoiar.
- Emma tu sabes que eu te apoio em tudo, mas esta notícia deixou-me um bocado sem reacção.
Levantei-me da banheira, enrolei-me a uma toalha rosa e dirigi-me ao quarto, e deixei a Emma na banheira.

P.O.V Emma

Ele estava a ser uma criança autêntica, saí da banheira, embrulhei-me numa toalha e dirigi-me ao quarto onde estava o Miguel.
Sentei-me na cama, vesti-me e sem nunca olhar para ele, penteei-me, maquilhei-me e agarrei na mala e fui dar uma volta. Precisava mesmo num momento a sós. Entrei dentro do carro e conduzi até Coimbra, precisava mesmo era de compras, quando estou nervosa já sabes, compras para animar o nosso lindo dia.
Percorri as lojas todas, só me faltava aquela que eu mais gostava Inside, entrei.
- Seja bem-vinda. – disse a recepcionista.
- Obrigado.
Dirigi-me aos cabides das calças, e qual foi o meu espanto de ver o meu amigo também naquela loja.
- Olá.
- Oi.
- Há tanto tempo Neymar que não te via.
- Nem eu a ti, Emma.
-Então, como é que vai a entrada no Sporting?
- Ta boa, sempre igual, tou a jogar com o teu irmão.
- Pois é, a vida muda muito.
- E namorados?
- Nem me fales Neymar, estou a viver numa casa com o meu namorado Miguel, e hoje já me zanguei com ele, bolas, ele parecia uma autêntica criança.
- Tou vendo que a menina Emma tem namorado.
- E tu senhor da bola, como vão as meninas?
- Para o meu lado vai tudo mal, não há meninas.
- Olha, vou só pagar estas calças, e se tu quiseres podemos ir tomar um café ou outra coisa que tu queiras.
- Ok, e que tal tomar café e no fim cinema.
- Alinho, vai andando para a entrada e já lá vou ter contigo.
Avancei para a recepcionista, para pagar as calças e logo de seguida fui ter com o Neymar, que estava a minha espera na entrada.
- Estou pronta.
- Então vamos nessa.
Caminhamos até a um bar e sentam-nos. Tivemos que tempos a conversar que nem demos pelo tempo voar como uma gaivota.
De seguida entramos no cinema, escolhemos ver o filme “Never Say Never”.

- Obrigada por esta tarde.
- Não tem de agradecer.
- Mas eu agradeço.
- Se você insiste.
Continuamos a conversar até há saída do cinema, quando eu reparei numa silhueta ao fundo das escadas rolantes que me era familiar.
Descemos os dois nas escadas rolantes, e foi aí que eu vi que a silhueta familiar era o Miguel e estava acompanhado pela sua colega de trabalho, Inês.
Dei a minha mão a Neymar e apertei-a, ele olhou-me nos olhos, e viu que estava prestes a chorar, olhou em volta e eu apontei para o Miguel.
- Aquele é que é o teu namorado.
Abanei a cabeça que sim, quando olhei para trás para ver o Miguel, ele estava de mão dada com Inês a trocarem um com o outro pequenos beijos.

domingo, 3 de abril de 2011

Aviso

Olá leitoras!!!!
Vim só dizer que nao vou postar hoje, mas sim na quarta-feira.
A razão pela qual nao posto agora, é que amanha segunda-feira vou para Espanha, e só venho na terça a noite.
Espero que esperem pelo proximo capitulo.
Bjs
MONIK

segunda-feira, 28 de março de 2011

Capítulo vinte e um -> História

Capítulo vinte e um -> História
P.O.V Emma

Continuamos assim durante duas horas a dizer quem é que amava mais, mas eu venci.
- Eu amo mais. – disse eu.
- Não, não sou eu.
- Não, sou eu.
- Mau, menina Emma, eu amo a senhorita mais que tudo do MUNDO.
- Bolas Miguel eu amo mais.
- Ok, eu rendo-me.
- Viste, eu amo mais, eu amo mais. Cantarolei até à sala.
- Bem vou tomar banho. – disse ele.
- Miguel. – disse eu, ele parou de subir as escadas e virou-se para mim.
- Esqueci-me de alguma coisa?
- Sim esqueceste.
- Olha que eu acho que não.
- Olha pensa, menino Miguel.
- Não tou a ver, diz lá o foi que me esqueci.
- De mim.
Subi as escadas e pus-me às cavalitas dele, fui até ao quarto para preparar a minha roupa e a dele, enquanto ele ia por água na banheira.
Liguei o aquecedor no quarto e dirigi-me à casa de banho.
- Não me chamaste porque? – perguntei ao ver o Miguel dentro da banheira cheia de espuma.
- Não resisti à espuma.
- Ah ok.
Despi-me e entrei dentro da banheira, e vi pelo canto do olho que ele estava a olhar para mim.
- Ah está quente. – disse.
- Encosta-te a mim e logo verás a quentura do meu corpo.
- Convencido.
- Mas tu gostas.
- Ah isso não posso negar.
Encostei-me ao corpo dele, e ele começou a percorrer o meu maxilar com o seu indicador.
- Estás-me a fazer cócegas. – disse eu.
- Estou aqui a pensar, porque é que aqueles homens te queriam raptar?
- Uma longa história.
- Olha temos a tarde toda e a noite toda.
Comecei a contar a história do princípio até ao final, tivemos dentro de água mais ou menos uma hora.
- Então tu és o que no final disso tudo? – perguntou-me.
- Bem Miguel, eu sou descendente de um rei.
Sentiu-o ficar pálido e a não se mexer.
Como será que reagiu.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Capítulo vinte -> Salvação

Capítulo vinte -> Salvação
P.O.V Emma

Saí rapidamente debaixo da mesa, e meti-me em frente ao homem, não sei onde tinha ido buscar tanta adrenalina para o enfrentar.
- Olha, olha quem apareceu.
- ONDE ESTÁ O MEU NAMORADO!!!! – gritei.
- Ah ah ah. – riu-se o homem, e foi mesmo aí que agarrei na jarra que estava em cima da mesa e o agarrei e mandei-o com toda a minha força para a cabeça do homem, não sabia onde tinha ido buscar tanta força, mas serviu para alguma coisa.
Agarrei na faca que estava ao lado do corpo do homem e parti em direcção à cozinha, mas voltei para trás quando ouvi uma voz.
Quando o segundo homem passou ao pé de mim, agarrei no prato cheio de velas que estava em cima da mesa ao pé do telefone e mandei para a cabeça dele, agora só faltava um.
Segui em frente, e espreitei pela ombreira da porta, Miguel estava atado a uma cadeira, com fita-cola na boca.
Então se Miguel estava vivo, de quem era o sangue?
Entrei dentro da cozinha, e vi o terceiro homem estendido no chão, com a cabeça ao lado do corpo.
Corri em direcção ao Miguel, e tirei-lhe a fita-cola e desamarrei-o.
- Ai fico tão aliviada, por não ser o teu sangue.
- Emma, amo-te.
- Eu também muito mesmo.
- Pensei que era o nosso fim.
- Não penses mais nisso, vou telefonar à GNR para cá vir.
Quando me ia a virar, as mãos do Miguel agarraram a minha cintura e virou-me.
- Emma.
- Diz.
- Amo-te.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Capítulo dezanove -> Ameaça

Capítulo dezanove -> Ameaça


P.O.V Emma

Virei-me e vinha da casa de banho, corri até lá e olhei e nada, quando me ia a virar para o chuveiro vi uma boneca de trapos enforcada com um bilhete que dizia:
“ A próxima serás tu”.
Arrepiei-me da cabeça aos pés, soltei um grito e comecei a correr escadas a baixo, parei a meio porque ouvi a porta a abrir.
Escondi-me debaixo da mesa, e vi quem era, era um homem alto, barbudo, mal-humorado, e atrás dele vinham mais dois homens.
Vi-os a por câmaras de vigilância por toda a sala e cozinha, deu-me uma vontade de chorar, mas não podia senão eles iriam me ver e enforcavam-me.
Mas a onde é que estaria o Miguel, já saiu há pelo menos duas horas e nem sinal dele, e agora que eu precisava dele.
Ouvi um dos homens a mandar entrar o refém, e quando vi que o refém era o Miguel, desatei a chorar baixinho, para ninguém me ouvir.
Aproveitei que os três homens estavam na cozinha e sai debaixo da mesa e comecei numa correria para o quarto.
Peguei no telemóvel e liguei para a GNR, voltei a descer as escadas mas agora, devagar.
Ouvi-a os gritos de dor do Miguel na cozinha, mas não saia se iria lá ou se voltava para debaixo da mesa.
Parei de chorar, e fui para debaixo da mesa, ouvi um dos homens.
- Chefe, falta a rapariga.
- Deixa a estar, deve estar a dormir.
- Não chefe, eu ouvi no telefone a marcarem um número.
- Ok, vigia a casa.
Comecei a ouvir outra vez os gritos do Miguel, e quando ia para sair debaixo da mesa, vi o homem alto com uma faca cheia de sangue.
Voltei para o mesmo sítio. E comecei a pensar, será o sangue de Miguel?